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laika


laika é uma fonte digital que reage a estímulos pré-programados alterando seu estilo, peso e inclinação. no site dos seus criadores você pode conhecer um pouco mais do projeto e mexer num aplicativo que muda a fonte de acordo com o movimento do seu mouse.




paul rand

o paul rand (1914-1996) é um das minhas grandes referências no design. suas composições conseguem aliar arte e conceito dentro de uma esfera comercial de maneira singular. um dos fundadores do estilo internacional, ele atuou em diversas áreas, desde do design corporativo, a mais conhecida, até a produção de embalagens e passando pela editorial, onde começou. o primeiro trabalho de identidade que ele fez, foi o próprio já que o seu nome verdadeiro não é paul rand e sim peretz rosenbaum, ele mudou para se desvincular da sua origem judia e para ter um nome mais sonoro.

ele se destacou desde cedo e aos vinte e poucos anos já era diretor de criação da esquire. talvez seu trabalho mais conhecido seja a marca da ibm, que ele criou em 1956 e depois modificou em 1960 e 1972, quando adicionou as listras.

abaixo coloquei alguns trabalhos dele, mas existem outros tão bons quanto.

para saber mais: www.paul-rand.com






ps. o poster do eye + bee + m é genial demais.

fonte iq

os designers pierre smeets e damien aresta foram chamados para desenvolver uma fonte tendo como base os movimentos de um carro, no caso o toyota iq. para isso eles contaram com a ajuda de um piloto profissional e de sensores que captam os movimentos e criam o desenho.




marian bantjes + sagmeister

o sagmeister chamou a marian bantjes para contribuir para o seu novo livro (things i have learned in my life so far). o objetivo era escrever a frase "if i want to explore a new direction professionally, it is helpful to try it out for myself first." utilizando açúcar como base. ela fez vários estudos que você pode conferir nas imagens abaixo.

isso me lembrou o trabalho do vik muniz, que também usou açúcar, só que para fazer uma série de retratos.

site da marian: www.bantjes.com





jonathan gray

jonathan gray ou gray 318, tem um dos trabalhos que mais gosto atualmente. ele ficou conhecido por suas capas com o type feito à mão, mas também possui outras excelentes usando recursos como ilustras, fotos e tudo mais. essa abaixo, do trator, eu acho demais. se não me engano tem um outro livro (strawberry fields, da mesma autora) com essa pegada.

a capa "da mão" fez tanto sucesso, que a hp através da agência goodby silverstein chamou o gray para fazer o lettering de uma de suas campanhas (o computador agora é pessoal). como ele não podia escrever todas as chamadas, foi desenvolvida uma fonte customizada para a campanha.

o site dele é: www.gray318.com

você encontra mais aqui: www.bookcoverarchive.com/gray318




deadline

stop motion está na moda, isso é um fato. mesmo assim ainda acho o maior barato. esse aqui foi feito usando só post-it e claro o autor é chinês. =) o legal, além do trabalho insano de filmagem e edição, é ver como ele usa as diferentes cores para criar movimento.

Inka Essenhigh

conheci o trabalho da inka essenhigh pelo livro vitamin p da editora phaidon e tive a oportunidade de ver uma de suas telas na bienal de 2004. seus quadros são surrealistas, mas com uma pegada contemporânea, gosto bastante do seu trabalho cromático e de suas formas fluidas. 

dei uma olhada no site dela para colocar o link aqui e reparei que alguns de seus trabalhos mais recentes tendem à paraibagem. esse post se refere portanto ao estilo das imagens que cá estão.





Bertrand de Langeron

conhecido com "so me", bertrand ficou famoso pelo clássico clipe d.a.n.c.e do justice, além de produzir vídeos clipes ele é o responsável pela identidade visual da ed banger records e ilustra para clientes como a coca-cola. seu estilo remete à arte urbana e seus clipes que misturam ilustração com imagens inspiraram uma penca de outros trabalhos (vide tim festival 2007).







abaixo os links para os clipes de d.a.n.c.e e dvno:

we love typography

john boardley do excelente 'i love typography' criou um novo projeto chamado 'we love typography'. ele é uma extensão e/ou variação do 'ilt' que funciona com um ffffound relacionado à tipografia e assuntos afins. tem até um filtro para fazer a busca por cor, show de bola.



andy gilmore

andy gilmore é um designer de nova iorque, que através da combinação de cores e formas básicas cria imagens bem interessantes. suas aplicações vão desde capas de disco e revistas até projetos de ambientação. é tipo um trabalho de faculdade, só que melhor, beeem melhor.




i shot the serif...

o escritório inglês deep criou esse font game bem bacana. sua tarefa é acertar qual é a fonte, ou qual não é, como se fosse um estande de tiro. no começo o jogo é baba, mas depois vai dificultando, tem horas que você tem que diferenciar o "i" de uma helvetica do de uma avenir.

para jogar vá em: http://www.deep.co.uk/games/font_game

house of cards

o radiohead também é conhecido por seus ótimos videoclips, como o de just, karma police, no surprises, go to sleep e outros. dos clips do último cd, o que mais me chamou a atenção foi o de house of cards, que foi criado utlizando um scanner 3d que mede a geometria do espaço ao redor.

rachel owen

dando sequência à semana radioheadiana, um post sobre a mulher do thom yorke. vejam só o que eu achei. ela é artista plástica e seu foco são as serigrafias com base em fotos. aqui estão as que mais gostei dentro das que estão no site dela.

para quem quiser conhecer: www.mulherdothomyorke.co.uk

stanley donwood

stanley donwood é o nome artístico de de dan rickwood, ele é o responsável pela criação das capas de disco (desde 1994), do site e dos materiais especiais do radiohead. além de designer/pintor stanley também é escritor e alguns de seus textos são utilizados nos encartes e no site da banda.

na minha opinião seu trabalho mais interessante com o radiohead foi o encarte do 'kid a', onde a linguagem gráfica está em perfeita sintonia com o clima pós-apocalíptico da música. 

para conhecer mais:


bruno novelli

seguindo a mostra de artistas brasileiros, agora um da nova geração. desta vez preferi copiar o texto retirado do próprio site do bruno, assinado lorenzo gatti da revista rojo.

mitológico, espiritual, panteísta : estes são os primeiros adjetivos que ilustram o mundo metafísico de bruno 9li, um dos artistas emergentes mais interessantes do panorama brasileiro. ao mesmo tempo bruno 9li (bruno novelli, 1980) sintetiza sua produção artística com algumas dicotomias e contradições do cenário cultural brasileiro: metropolitano, efêmero e tecnológico.

em seus trabalhos, animais parecem remeter aos diários e bestiários das primeiras explorações européias no "novo mundo", heróis épicos se impõem à atenção do espectador através de uma imersão em um mundo sobrenatural e ancestral. um retorno às origens, uma era perdida cheia de simbologia, onde pode-se notar referências à cultura pop, comix e filmes de ficção científica.

com um traço frenético e saturado, bruno 9li desenha um mundo caoticamente ordenado, regrado por uma alquimia misteriosa que controla, entre passado e futuro, morte e ressurreição, metamosfoses fantásticas e mudanças genéticas entre bestas, semideuses e andróides.

burle marx

no último domingo fui à exposição do burle marx no paço imperial. confesso que fiquei bem impressionado com seu trabalho artístico, que eu desconhecia completamente. a exposição é interessante porque além de mostrar o prolífico artista (há peças de tapeçaria, telas, jóias, cenários e tecidos) que ele era, nos dá a chance conhecer mais do seu trabalho como paisagista e como essas duas atividades, o artista e o paisagista, se relacionavam. recomendo.

para saber mais: www.pacoimperial.com.br




abc3d

sabe aqueles livros de criança onde os cenários "pulam" da página criando um ambiente em 3d? então, agora temos um similar tipográfico, onde o desenho do alfabeto é explorado de diversas maneiras, bem bacana.

a capa em lenticular é interessante também.


beatriz milhazes

na véspera de carnaval nada melhor do que a beatriz milhazes para ir entrando no clima. ela é uma das minhas artistas favoritas e na minha visão suas telas representam perfeitamente o que é o brasil. é lindo, é caótico, é carnaval. 

reactable

a reactable foi criada em 2003 por um grupo de especialistas em design de interface musical da universidade pompeu fabra em barcelona com o intuito de ser um instrumento totalmente intuitivo. ela consiste de uma mesa translúcida com uma câmera embaixo que analisa os elementos colocados em sua superfície. dependendo da natureza, da posição e da relação com outros objetos é possível criar sons, melodias, loops e arranjos.

o bacana desse projeto é que todo o processo é representado graficamente, desde a correlação entre as peças até a frequência do ritmo do som, o que a torna um objeto fascinante e atraente.















esse é o link para o vídeo demonstrativo dos criados da mesa.

julie mehretu

julie mehretu nasceu na etiópia e cresceu nos estados unidos. seus quadros retratam o ambiente urbano das grandes cidades através de camadas sobrepostas de elementos comuns a estes espaços como aeroportos, edifícios e rodovias que somados a outros grafismos dão a perfeita noção do caos e do dinamismo da vida contemporânea.

















sabia mais no site da galeria white cube (em inglês)